Arquivo de carreira
1 temporada, 1 etapa e 0 vitórias registradas no acervo.
← Voltar ao acervo de atletasPatricia Lopes é uma das pioneiras do surfe feminino português. Antes de Portugal ter uma presença feminina mais visível no circuito internacional, ela já competia fora do país e ajudava a formar uma referência concreta para a modalidade.
Seu currículo nacional é o eixo mais forte da trajetória: Patricia aparece registrada com onze títulos nacionais portugueses, conquistados entre 1995 e 2006. Em entrevistas, também relembrou uma carreira longa, iniciada no fim dos anos 1980 e consolidada nos anos 1990 e 2000.
O valor histórico de Patricia Lopes vai além dos resultados. Ela competiu em uma fase em que as mulheres precisavam disputar espaço por patrocínio, visibilidade e estrutura de prova, e por isso sua história ajuda a explicar a construção do surfe feminino competitivo em Portugal.
Retrospecto direto contra cada rival que ele já enfrentou no circuito. Ela enfrentou 2 surfistas.
| Adversário | Vitórias | Derrotas |
|---|---|---|
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1 | 0 |
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0 | 1 |
| Etapa | Campeonato | Data | Fase alcançada | Colocação | Pontos |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Figueira Pro | 17/09/2002 | Round 2 | 17º lugar | 150 |
Patricia Lopes ainda não avançou além das fases iniciais do circuito mundial da WSL, somando todas as temporadas já importadas.
A melhor posição de Patricia Lopes no ranking da WSL foi #23, na temporada 2002.
Patricia Lopes venceu 50% das baterias que disputou na carreira, somando todas as temporadas já importadas.
O confronto mais frequente da carreira de Patricia Lopes é contra Samantha Cornish, com retrospecto de 1 vitórias e 0 derrotas.
Patricia Lopes disputou 1 etapa do circuito mundial da WSL, somando 150 pontos ao longo da carreira.
Patricia Lopes é importante porque foi uma das primeiras grandes referências femininas de Portugal no surfe competitivo. Ela abriu caminho em uma fase com pouca estrutura, entrou no circuito mundial e acumulou onze títulos nacionais portugueses.
A carreira nacional de Patricia Lopes ficou marcada por domínio prolongado. O registro dos Campeões de Portugal lista onze títulos nacionais entre 1995 e 2006, consolidando sua posição como uma das principais campeãs portuguesas da modalidade.
Patricia Lopes descreveu sua geração como uma fase em que ser mulher dificultava patrocínio, notoriedade e espaço competitivo. Em entrevista ao Surftotal, ela lembrou que até conseguir heats femininos exigia insistência, o que ajuda a entender seu papel de pioneira.