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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Conferência destaca papel do surf em empreendimentos imobiliários

Conferência sobre piscinas com onda reuniu desenvolvedores, investidores e especialistas. Surf é visto como âncora, não negócio isolado.

Conferência destaca papel do surf em empreendimentos imobiliários

Recentemente, tive a oportunidade de participar da primeira Surf Park Real Estate Conference organizada pela Bisnow, um evento que evidenciou o crescente interesse no nicho das piscinas com onda como ativos imobiliários. O encontro surpreendeu seus organizadores pela massiva participação de profissionais que se reuniram para debater desde o desenvolvimento até a operação desses complexos, enfocando as potencialidades e desafios do empreendimento. O evento excedeu todas as expectativas ao atingir 380 inscritos, quase o dobro do esperado, o que claramente demonstra uma significativa movimentação de capital e atenção voltados para esse setor.

Um dos pontos centrais discutidos foi a importância das piscinas com onda como amenidades âncoras, em vez de serem negócios isolados, uma analogia feita por diversos painelistas com campos de golfe que dependem de comunidades residenciais ao seu redor. O momento revelou a evolução dessas áreas recreativas, se estabelecendo como o "tempero especial" que aumenta o valor dos resorts e comunidades residenciais onde estão inseridas. Além disso, foi amplamente destacado que o planejamento de riscos e o design original são cruciais para o sucesso dos projetos, confirmando o impacto significativo que esses fatores têm sobre os custos operacionais e a lucratividade a longo prazo das instalações de surf.

Conferência de Imóveis com Piscinas de Onda Reúne Profissionais e Supera Expectativas

O Surf Park Real Estate Conference da Bisnow superou expectativas, atraindo 380 profissionais de diversos setores como desenvolvedores, arquitetos e investidores, destacando o crescente interesse no setor de imóveis ancorados por surf.

As discussões durante o evento ressaltaram que o surf funciona melhor como um atrativo em empreendimentos maiores, semelhante ao golfe, com exemplos de projetos em Dallas, Austin e outras cidades destacando a integração do surf como elemento premium.

Um ponto central das conversas foi o planejamento de risco, onde seguros compõem 5% a 8% dos custos operacionais das piscinas com onda - destacando a importância de incorporar tecnologia e engenharia desde o início para evitar custos elevados no futuro.

Primeira Conferência de Imóveis com Piscinas de Onda da Bisnow 🏄‍♂️

Recentemente, participei da primeira Surf Park Real Estate Conference da Bisnow e, com mais de 300 profissionais do mercado imobiliário presentes, foi um evento que superou todas as expectativas. Sam D’Angelo, diretor de eventos da Bisnow, apontou que esse grande comparecimento indica um crescente interesse nesse novo tipo de ativo imobiliário.

Entre os participantes, estavam desenvolvedores, arquitetos, empreiteiros, engenheiros, seguradoras e investidores. Todos estavam ansiosos para discutir, pela primeira vez, a real potencialidade dos empreendimentos ancorados em piscinas de onda. A surpresa foi o número de componentes do mercado de seguros, que destacaram a importância de sua inclusão nos estágios iniciais do planejamento dos projetos.

O consenso entre os palestrantes foi claro: as piscinas de onda funcionam melhor como uma amenidade suplementar de empreendimentos maiores, como é o caso dos campos de golfe. Assim como a comunidade ajuda a subsidiar o campo de golfe, estruturas residenciais e de resort podem sustentar uma piscina de onda. Empresas como a äventuur têm visto sucesso com projetos em Dallas, Austin, Jacksonville e Nashville, delineando terrenos de 30 a 50 acres, onde apenas 5,5 acres são dedicados à tecnologia da onda.

Financiar tais empreendimentos segue um padrão conhecido. Inicia-se com apoio de amigos e familiares e, uma vez viabilizado, busca-se capital institucional. Contudo, como essa categoria de ativos é relativamente nova, há pouca base comparativa em relação a outros investimentos imobiliários tradicionais.

Um ponto crucial foi a importância do planejamento de riscos. Os custos de seguro para piscinas de onda giram em torno de 5% a 8% dos custos operacionais, comparados a outros parques aquáticos ou atividades ao ar livre. A Granite Insurance reforçou que escolhas na construção podem ter um impacto significativo nos prêmios de seguro.

Para garantir sucesso, o consenso era claro: projetar com o final em mente. Isso significa integrar sistemas de segurança e outros elementos essenciais desde o início, evitando reformas caras. A mesma lógica se aplica à construção das piscinas de onda, onde economizar pode ser um erro a longo prazo.

Curiosamente, o turismo reverso foi destacado como uma vantagem ainda pouco explorada. Piscinas de onda no deserto atraem visitantes mesmo em temperaturas extremas e oferecem potencial para destinos tradicionais de inverno, como Utah. Surpreendentemente, atividades não relacionadas ao surfe já representam cerca de 45% da receita de alguns parques.

A conferência foi um marco e oferece uma nova perspectiva sobre como integrar piscinas de onda ao mercado imobiliário. Com feedbacks altamente positivos, a Bisnow já planeja outra conferência para o verão de 2027! 🌊

A Celebração de um Novo Capítulo no Mercado Imobiliário

Estou entusiasmado com o sucesso retumbante da Conferência de Imóveis em Parques de Surf da Bisnow, que ultrapassou todas as previsões ao reunir uma audiência tão diversificada e dedicada. O evento mostrou como o surf pode ser um elemento central nas comunidades residenciais e turísticas, funcionando como um atrativo poderoso para investidores e desenvolvedores. A comparação com campos de golfe foi pertinente, destacando o surf como o "molho especial" que eleva o valor de uma propriedade ou resort.

A importância do planejamento meticuloso, desde as considerações de segurança até o design da piscina, foi um ponto essencial destacado pelos palestrantes. O reconhecimento da necessidade de dados comparativos, mesmo que ainda limitados, enfatiza os desafios e as oportunidades deste setor promissor. O entusiasmo geral sugere que o surfe continua a evoluir como um ativo crucial no mercado imobiliário e já aguardo ansiosamente o próximo evento em 2027. Aloha e até a próxima! 🏄‍♂️🌊🤙

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Conferência destaca papel do surf em empreendimentos imobiliários
Conferência sobre piscinas com onda reuniu desenvolvedores, investidores e especialistas. Surf é visto como âncora, não negócio isolado.
Conferência destaca papel do surf em empreendimentos imobiliários

Conferência Explora o Crescimento Imobiliário Ancorado em Piscinas com Onda

Participei recentemente da primeira Conferência Imobiliária sobre Parques de Surf, organizada pela Bisnow, e devo dizer que foi um evento extraordinário. Com mais de 300 profissionais do setor imobiliário presentes, incluindo desenvolvedores, arquitetos, engenheiros e investidores, fomos imersos em discussões sérias sobre como as piscinas de onda estão se estabelecendo como elementos âncora em projetos imobiliários.

Sam D’Angelo, diretor de eventos da costa oeste da Bisnow, destacou: "Esperávamos 200 participantes, mas terminamos com 380 inscritos". Esse aumento na participação é um indicativo claro de onde o capital e a atenção estão direcionados atualmente. O evento atraiu uma gama diversificada de profissionais, desde proprietários e operadores até empresas de engenharia e firmas jurídicas.

Uma temática evidente durante o evento foi que o surf funciona melhor como um elemento âncora, similar ao golfe, que frequentemente é construído em comunidades habitacionais que subsidiam o curso. Projetos como os da äventuur, que possui empreendimentos em cidades como Dallas e Austin, mostraram como uma piscina ocupa apenas uma pequena porção do terreno total. Os desenvolvedores narraram como o surf é a "cereja do bolo" que agrega valor a resorts e comunidades residenciais.

A parte financeira dos projetos seguiu uma trajetória bem conhecida. Inicialmente, amigos e familiares financiam o início até ser possível buscar capital institucional, que exige equipes experientes e dados concretos. Essas informações ainda são escassas, pois muitas piscinas de onda operam há apenas poucos anos.

Discussões sobre riscos surgiram frequentemente. O seguro representa de 5% a 8% dos custos operacionais de um parque de surf, em contraste com as linhas de tirolesa e parques aquáticos. A mensagem predominante foi clara: planejar do início para incluir elementos de segurança e sistemas tecnológicos, evitando ajustes dispendiosos posterior.

Os painelistas desencorajaram economizar na construção das piscinas, alertando que esses são ativos de 10 a 20 anos. Sobre as estimativas de custo, o conselho foi sempre dobrá-las. Argumentos padrão de conselhos municipais foram abordados, como o uso de água e barulho. Surpreendentemente, uma piscina de onda consome, por ano, água similar a uma única unidade de irrigação de campo de golfe.

O tópico do turismo reverso foi uma revelação: piscinas em desertos atraem visitantes justamente quando o calor torna desafiador permanecer ao ar livre. No entanto, cidades como Utah, com promessa de atrair turistas no verão, ampliam a perspectiva de operação das piscinas.

Do lado operacional, atividades não relacionadas ao surf se tornaram parte significativa dos negócios. Atualmente, não surfistas já somam cerca de 45% da receita em alguns parques. Planejamentos indicam ocupação da piscina em torno de 50%, com um prazo de ramp-up completo estimado em três anos.

Para muitos, esta foi a primeira introdução dos parques de surf como uma classe de ativos imobiliários. A resposta positiva sugere que o evento retornará. D’Angelo concluiu com entusiasmo: "Para muitos participantes, esta foi a primeira ligação real entre sua paixão pelo surfe e o setor imobiliário". Com essa recepção, a Bisnow planeja a próxima conferência para o verão de 2027.

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Martin Curren

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Redator-chefe do Swell em Série, a linha editorial dedicada a narrativas profundas sobre o universo do surf.

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