Tecnologia
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Brasil Aumenta Oferta de Piscinas de Ondas

Brasil investe em piscinas de ondas, com novos parques em SP e Rio; modelo de clube popular por segurança e cultura local.

Brasil Aumenta Oferta de Piscinas de Ondas

Nos últimos anos, o Brasil vem se destacando no cenário das piscinas de ondas, principalmente na região de São Paulo, com um modelo inovador de clubes residenciais. Entretanto, a novidade agora é a construção de um complexo de surf em Búzios, a cerca de 100 milhas a leste do Rio de Janeiro, que promete agitar o cenário do surf carioca. Este projeto, intitulado Brasil Surfe Clube (BSC), traz uma proposta única e mais acessível em comparação às alternativas paulistanas, atraindo famílias com sua atmosfera mais descontraída e familiar.

Conversando com Jesse Crawford, VP de Desenvolvimento de Negócios para Endless Surf, fui apresentado ao impacto desta iniciativa não apenas para a comunidade local mas para toda a região. O modelo de clube privado e as residências no entorno oferecem segurança e exclusividade, ao mesmo tempo em que tornam o acesso às ondas possível para todos. Além disso, entende-se que a cultura do surf e do clube já faz parte da realidade brasileira, reforçando que essas novas estruturas são um complemento natural e bem-vindo ao estilo de vida do país. Tudo isso alinhado à tecnologia revolucionária que permite uma variabilidade de ondas sem igual, mantendo os surfistas animados e interessados por muitos anos.

  • Expansão dos Parques de Ondas no Brasil: Nos últimos anos, o Brasil tem ampliado sua infraestrutura de piscinas de ondas, especialmente na região de São Paulo, com seis novos parques surgindo. Recentemente, uma nova piscina da Endless Surf foi anunciada a 100 milhas a leste do Rio de Janeiro, marcando a primeira desse tipo na região e iniciando a rivalidade com São Paulo pelo título de mais piscinas de ondas em uma metrópole.

  • Modelo de Clubes Privados e Acessibilidade: O Brasil Surfe Clube (BSC) em Búzios está adotando um modelo de clube privado, oferecendo uma experiência mais acessível e familiar em comparação com os modelos corporativos de São Paulo. Com uma taxa de associação vitalícia e mensalidades, o BSC pretende proporcionar um ambiente descontraído para famílias, com a participação de embaixadores como o Campeão Mundial Yago Dora.

  • Tecnologia e Desenvolvimento da Endless Surf: A Endless Surf se destaca no cenário brasileiro com tecnologia que permite a criação de ondas personalizadas e uma pegada menor, adequada para espaços restritos. O projeto em Búzios prevê 48 caissons, prometendo um tempo de surfe 30-40% superior à média, enquanto o projeto em São Paulo, com 66 caissons, promete ondas com duração de até 40 segundos, elevando o valor do terreno e atraindo comunidades ao redor para novas experiências de surfe.

O Novo Cenário das Piscinas de Ondas no Brasil 🌊

Nos últimos anos, o Brasil tem investido fortemente em piscinas de ondas, com seis novos parques surgindo. Com exceção do SurfCenter e SurfLand, todos estão na região de São Paulo, adotando o modelo de negócio residencial ou de clube. Desta forma, não funcionam como parques de surf independentes, mas sim integrados a empreendimentos residenciais ou clubes.

No ano passado, começou a construção de uma piscina Endless Surf a 160 km a leste do Rio de Janeiro. A curiosidade sobre o porquê deste modelo de clube ser tão popular no Brasil e como o Rio de Janeiro poderá rivalizar com São Paulo pelo título de "cidade com mais piscinas de ondas", levou-me a conversar com Jesse Crawford, VP de Desenvolvimento de Negócios da Endless Surf.

“No momento, temos mais de cinco projetos formalmente assinados e anunciados na América Latina e na Ásia”, afirmou Crawford. No Brasil, o projeto mais próximo de ser inaugurado é o Brasil Surfe Clube em Búzios, norte do Rio de Janeiro, que será a primeira piscina de ondas na região.

A maioria dos clubes de surfe no Brasil estão concentrados em São Paulo. É uma cidade corporativa sem acesso às praias, e os clubes de surf se tornam uma alternativa desejada. Entretanto, o modelo familiar do Brasil Surfe Clube em Búzios propõe um ambiente mais despojado, ideal para passar tempo em família, diferente do perfil corporativo visto em São Paulo.

O modelo de negócio do Brasil Surfe Clube baseia-se em uma assinatura vitalícia, acessível a qualquer pessoa, não apenas moradores do condomínio. Além disso, existem taxas anuais e mensais para uso. O clube será monitorado por uma equipe de embaixadores, entre eles o campeão mundial Yago Dora. No quesito valores, o custo de uma assinatura familiar fica em torno de $60-$70 mil USD, o que representa uma fração do preço das piscinas de São Paulo, prometendo uma experiência igualmente satisfatória, senão melhor.

O sucesso do modelo de clube no Brasil se deve à cultura de casas secundárias e condomínios fechados. Essas comunidades oferecem um refúgio seguro, diferenciando-se das praias mais movimentadas e, por vezes, inseguras de São Paulo e Rio de Janeiro. 🏄‍♂️

O advento das piscinas de ondas oferece uma nova opção que vai além do tênis e golfe. A Endless Surf se destaca com sua tecnologia, proporcionando uma experiência única e variada em um espaço compacto, resultando em mais tempo de surfe por sessão.

Estamos ansiosos pela conclusão da ES48 em Búzios e mal podemos esperar para sentir as ondas dessa piscina nos próximos meses. 🏄‍♀️ O surgimento dessas novas infraestruturas está moldando o cenário do surfe no Brasil, ampliando as possibilidades para esse esporte que está profundamente enraizado na cultura do nosso país.

O Futuro Vibrante do Surf em Piscinas Através do Brasil

Eu estou muito entusiasmado com a expansão das piscinas de ondas pelo Brasil e como elas têm potencializado o alcance do surf em regiões sem acesso direto à praia. Este conceito de clube privado com foco familiar, como o Brasil Surfe Clube em Búzios, promete oferecer experiências de surf de alto nível a preços mais acessíveis comparado a São Paulo, enquanto promove um ambiente seguro e acolhedor para as famílias. É animador ver como estas iniciativas estão redefinindo hábitos e oferecendo novas opções culturais e de lazer, especialmente para aqueles que já têm o amor pela praia no DNA.

A introdução de tecnologia como a da Endless Surf, que permite ondas sob demanda e maior tempo de surf, é um verdadeiro divisor de águas na experiência que os clubes de surf podem oferecer. Estou otimista sobre como estes empreendimentos contribuirão para o aumento do valor imobiliário e para o desenvolvimento comunitário. A integração da cultura do surf com a infraestrutura inovadora redefine o que significa morar em um condomínio de luxo no Brasil. O futuro do surf em piscinas no país está apenas começando e promete trazer ainda mais desenvolvimento, alegria, e, claro, boas ondas! 🌊🤙 Aloha! 🌈✨

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Brasil Aumenta Oferta de Piscinas de Ondas

O Crescimento das Piscinas de Ondas no Brasil: Uma Nova Era para o Surf

Nos últimos anos, o Brasil tem visto um aumento significativo na implementação de piscinas de ondas. Com seis novos parques em operação, a maioria deles na região de São Paulo, o modelo de negócio predominante é o de clubes ou residenciais, assim como o SurfCenter e o SurfLand. Isso se deve à preferência cultural por comunidades fechadas e exclusivas, garantindo segurança e tranquilidade.

Recentemente, uma nova piscina de ondas Endless Surf começou a ser construída a cerca de 100 milhas a leste do Rio de Janeiro. Conhecida como Brasil Surfe Clube, essa instalação promete trazer o frescor do surfe para aqueles que buscam um ambiente mais descontraído e familiar. A ideia é oferecer uma experiência acessível a todos, não só aos residentes da região de Búzios, mas também aos visitantes do Rio, sem a necessidade de investimentos imobiliários adicionais.

A entrada desse modelo de clube no Rio de Janeiro marca a expansão dessa tendência para além de São Paulo. O cenário carioca tem seus próprios encantos e desafios, o que faz do Brasil Surfe Clube um projeto único, com uma abordagem mais “Rio” em seu clima e branding. A cidade carioca tem uma forte cultura de praia, e a abertura dessas novas oportunidades de surfe pode redirecionar um pouco do foco de São Paulo, que tem sido até agora a líder em número de piscinas de ondas.

A principal diferença entre os modelos de São Paulo e Rio é o preço. Com um custo de cerca de $60-70k USD para a adesão vitalícia familiar, o Brasil Surfe Clube oferece uma experiência rica e acessível, comparativamente mais econômica do que os clubes de São Paulo. O foco aqui é o ambiente familiar, não o corporativo ou o status social.

Tecnologicamente, a Endless Surf se destaca pela sua capacidade de criar ondas sob demanda e pela experiência altamente customizável que oferece. Essa tecnologia não apenas otimiza o espaço, mas também maximiza o tempo de surf — as ondas podem durar até 30 segundos, garantindo que a experiência seja inesquecível para os surfistas.

Além disso, São Paulo continuará a expandir suas opções com novos desenvolvimentos, como o projeto em Terras de São José. Essa nova piscina visa oferecer até 40 segundos de surfe contínuo, aumentando o valor da terra local e revitalizando a comunidade com uma infraestrutura moderna e emocionante.

Outro projeto notável é o Ocean Club Alphaville, nos arredores de São Paulo. Previsto para abertura em 2028, ele promete não só uma piscina de surfe, mas também diversas outras atividades de lazer e bem-estar. Isso contribui para diversificar as opções recreativas nesta área de prestígio.

A construção da ES48 no Rio está quase concluída, trazendo expectativas para o futuro das piscinas de ondas na região. O anúncio discreto do BSC Rio indica que há ainda mais novidades por vir, prevendo impacto positivo na vida comunitária e oferecendo um novo ponto de encontro único e empolgante para os cariocas.

Com mais piscinas em desenvolvimento e interesses crescentes no surfe interior, a onda das piscinas de surfe no Brasil está apenas começando a quebrar — e promete ser épica.

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