Tecnologia
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Surf Parks conquistam o mundo em 2025

Indústria de parques de surf cresceu em 2025 com novas tecnologias, projetos globais e avanços em segurança e acessibilidade.

Surf Parks conquistam o mundo em 2025

Em 2025, vi de perto um boom crescente no universo das piscinas de ondas e parques de surfe ao redor do mundo. O que parecia um experimento futurista há poucos anos virou uma realidade consolidada, com projetos ambiciosos ganhando corpo em países como Brasil, Portugal, Estados Unidos, e até mesmo na China. A era do surf urbano e indoor deixou de ser promessa para se tornar um movimento global ancorado em tecnologia de ponta e na demanda por experiências personalizadas.

Mas o que me chama realmente atenção, além da proliferação dessas lagoas artificiais, é como elas passaram a influenciar diretamente o turismo, o investimento esportivo e o estilo de vida de novos surfistas — das crianças às famílias inteiras. Com ondas personalizáveis, modelos de negócio refinados e grandes nomes por trás de cada construção, os surf parks se tornaram pilares do entretenimento e da performance esportiva. Este panorama de 2025 não só mostra onde estamos, mas principalmente, para onde vamos.

O ano em que o surf saiu do mar e conquistou o mundo

  • Indústria de piscinas de ondas cresceu em 2025 com mais de 33 operações ativas e pelo menos 12 em construção, impulsionada por tecnologias como Wavegarden, Endless Surf e Surf Loch, além do turismo de aventura e o apelo olímpico do surfe.

  • O Brasil se destacou com projetos de larga escala da Endless Surf e da PerfectSwell, incluindo o Praia do Terras com a maior lagoa da marca no mundo e o São Paulo Surf Club, primeira piscina de ondas artificiais dentro da cidade de São Paulo.

  • A aprovação do padrão de segurança F3556‑25 para surf parks pela ASTM International foi um marco para 2025, oferecendo diretrizes técnicas para operação e construção que devem acelerar aprovações, facilitar seguros e garantir práticas seguras.

Panorama global dos parques de ondas em 2025 🌊

Em 2025, os parques de ondas artificiais continuaram a conquistar espaço no mundo do surf e do turismo. O ano foi movimentado, com 33 instalações operacionais no planeta e mais de uma dúzia em construção. As tecnologias de geração de ondas, como Wavegarden, Endless Surf, Surf Loch e Citywave, dominaram esse cenário em expansão.

O surf saiu da praia e foi parar em desertos, metrópoles e regiões frias, como forma de lazer, turismo e até investimento imobiliário. O mercado global de turismo de aventura, que inclui os surf parks, deve saltar de US$ 413 bilhões para mais de US$ 1,3 trilhão até 2032 🤯. A visibilidade nas redes sociais e a presença do surf nas Olimpíadas têm trazido iniciantes e famílias para o esporte como nunca antes.

No Brasil, os destaques vão para:

  • Praia do Terras, com uma enorme lagoa Endless Surf (ES66) próxima a São Paulo, capaz de ondas de até 40 segundos.
  • A instalação indoor do SurfCenter, com ondas aquecidas 🌡️.
  • O luxuoso Beyond The Club, vizinho do São Paulo Surf Club, oferece 25 tipos de ondas, hotel 5 estrelas, clube, skatepark do Bob Burnquist e até uma adega 🍷.

Lá fora:

  • DSRT Surf, na Califórnia, vai comportar 1.200 surfistas por dia e abrir no verão de 2026.
  • O Surfers Cove, em Portugal, será o primeiro Wavegarden "sideless" 🆕 na Europa.
  • A SURFLAND, na China, é a primeira PerfectSwell do país, com skatepark, hotel, e duas fases de expansão planejadas.

Falando de segurança, o setor ganhou em 2025 a padronização ASTM F3556-25, um marco que ajuda com seguros, aprovação de projetos e operação segura 🛡️. Isso marca uma transição definitiva: os parques de surf deixam de ser experimentais e se consolidam como parte do lazer urbano e turístico.

Eventos competitivos também bombaram! O Red Bull Pool Clash na Alemanha levou mais de 3 mil pessoas e as ligas dos parques URBNSURF mostraram o potencial social dessas instalações. Shows de comédia, noites temáticas e eventos inclusivos se tornaram parte da rotina dos parques — muito além do surf 🎉

O relatório da WavePoolMag mostrou que o custo médio global por sessão é de US$ 129, com extremos entre US$ 20 e US$ 950. Promoções de fim de ano e descontos sazonais ajudam a manter os parques cheios nos meses de baixa.

O ano de 2025 mostrou que o surf não pertence mais só ao mar. Se tudo continuar nesse ritmo, 2026 promete ser ainda maior, com mais inaugurações, inovação tecnológica e expansão das culturas do surf urbano pelo mundo 🌍🏄‍♂️.

Ondas que não param

Depois de mergulhar nos principais destaques do universo das piscinas de ondas em 2025, fico impressionado com a maturidade e o alcance global que o setor conquistou. Foram avanços tecnológicos, expansão estrutural e iniciativas culturais que consolidam de vez os surf parks como centros pulsantes de inovação e entretenimento. Seja na Califórnia, em Portugal, na China ou no Brasil, é evidente que o surf artificial encontrou seu ritmo.

Gostei especialmente de ver como a diversidade de aplicações — de resorts luxuosos a clubes urbanos e iniciativas comunitárias — mostra a versatilidade e o impacto positivo desse novo cenário no estilo de vida das pessoas. Ver o surf combinando acessibilidade, investimento sólido e paixão pelas ondas é algo que me faz acreditar ainda mais no futuro híbrido do surfe. Se 2025 foi vibrante, 2026 promete ser épico.

Aloha 🌊🤙🏄

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Surf Parks conquistam o mundo em 2025
Indústria de parques de surf cresceu em 2025 com novas tecnologias, projetos globais e avanços em segurança e acessibilidade.
Surf Parks conquistam o mundo em 2025

Surf Parks em 2025: ondas artificiais conquistam o mundo

2025 foi um ano onde o surf superou seus limites geográficos. O que antes era exclusivo das praias agora chega às cidades, desertos e até regiões frias. Como redator-chefe do SurfReport, acompanhei de perto esse crescimento que, sem exagero, transformou o surf em um pilar do turismo de aventura global.

As piscinas de ondas e os parques de surf registraram expansão constante, com 33 instalações ativas e pelo menos outras 12 em construção. Empresas como Wavegarden, Endless Surf, Surf Loch e Citywave lideraram a evolução tecnológica, moldando ondas artificiais com precisão impressionante.

Não é só tecnologia — o mercado também se aqueceu. O turismo de aventura, cujo valor deve saltar de US$ 413 bilhões em 2024 para mais de US$ 1,3 trilhão até 2032, impulsiona novos destinos. Os surf parks se tornaram ingredientes estratégicos em resorts e empreendimentos imobiliários ao redor do mundo.

Fiquei impressionado com os projetos que ganham forma. Em Portugal, o Surfers Cove em Óbidos traz uma proposta inovadora com uma lagoa Cove sem laterais e foco em surf de performance. Já o Brasil se destacou com o anúncio do praia do Terras, uma lagoa Endless Surf ES66 – a maior da marca, com ondas de até 40 segundos a apenas 1h de São Paulo.

No mesmo embalo, o São Paulo Surf Club inaugurou a primeira piscina de ondas artificiais da cidade, com tecnologia PerfectSwell e estrutura premium. As iniciativas mostram como o surf está se urbanizando no Brasil.

Na América do Norte, DSRT Surf na Califórnia prepara sua abertura, enquanto na Flórida o Point Surf Park aposta em formato de coração e zonas simultâneas para iniciantes e avançados. Em Virginia Beach, o projeto de Pharrell Williams abriu um parque ancorado por uma Wavegarden Cove, fortalecendo a cena cultural do surf local.

Na Ásia, o destaque em 2025 ficou com SURFLAND, na China, primeiro parque da PerfectSwell em território chinês. Já Tel Aviv, um dos primeiros no Oriente Médio, apostou no desenvolvimento humano e comunitário por meio do surf.

A parte que mais me chamou atenção como jornalista do setor foi a consolidação das regras. A ASTM F3556‑25, primeira norma específica para segurança em parques de surf, foi aprovada. Ela define padrões claros para operação e construção — e deve se tornar referência para aprovação de novos projetos.

A evolução das tecnologias também merece menção. Novos projetos trazem mais controle sobre perfil de onda e zonas separadas por nível. A Endless Surf, com seu projeto de 66 caixões pneumáticos em SP, entrou de vez na liga das ondas longas.

O calendário também ferveu com eventos e ações culturais. Os campeonatos chegaram aos parques com força, como o Red Bull Pool Clash na Alemanha. Eventos comunitários e diversificados, como noites de comédia no Palm Springs Surf Club e ligas locais no URBNSURF, promoveram o acesso.

Olhando para os dados, o custo médio de uma sessão de surf artificial em 2025 foi de US$ 129. Vai de preços populares em parques municipais a sessões VIP de até US$ 950. Promoções sazonais e parcerias com marcas de pranchas ajudaram a manter o público ativo fora da alta temporada.

Em suma, estou convencido de que o surf artificial deixou de ser experimento e virou infraestrutura de lazer urbana. Em 2026, veremos ainda mais aberturas, com culturas locais se apropriando do esporte. O oceano continuará sagrado, mas as piscinas estão democratizando o surf como nunca. E isso, para nós do SurfReport, é o verdadeiro swell da revolução.

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