Surf Parks conquistam o mundo em 2025
Indústria de parques de surf cresceu em 2025 com novas tecnologias, projetos globais e avanços em segurança e acessibilidade.
Em 2025, vi de perto um boom crescente no universo das piscinas de ondas e parques de surfe ao redor do mundo. O que parecia um experimento futurista há poucos anos virou uma realidade consolidada, com projetos ambiciosos ganhando corpo em países como Brasil, Portugal, Estados Unidos, e até mesmo na China. A era do surf urbano e indoor deixou de ser promessa para se tornar um movimento global ancorado em tecnologia de ponta e na demanda por experiências personalizadas.
Mas o que me chama realmente atenção, além da proliferação dessas lagoas artificiais, é como elas passaram a influenciar diretamente o turismo, o investimento esportivo e o estilo de vida de novos surfistas — das crianças às famílias inteiras. Com ondas personalizáveis, modelos de negócio refinados e grandes nomes por trás de cada construção, os surf parks se tornaram pilares do entretenimento e da performance esportiva. Este panorama de 2025 não só mostra onde estamos, mas principalmente, para onde vamos.
O ano em que o surf saiu do mar e conquistou o mundo
Indústria de piscinas de ondas cresceu em 2025 com mais de 33 operações ativas e pelo menos 12 em construção, impulsionada por tecnologias como Wavegarden, Endless Surf e Surf Loch, além do turismo de aventura e o apelo olímpico do surfe.
O Brasil se destacou com projetos de larga escala da Endless Surf e da PerfectSwell, incluindo o Praia do Terras com a maior lagoa da marca no mundo e o São Paulo Surf Club, primeira piscina de ondas artificiais dentro da cidade de São Paulo.
A aprovação do padrão de segurança F3556‑25 para surf parks pela ASTM International foi um marco para 2025, oferecendo diretrizes técnicas para operação e construção que devem acelerar aprovações, facilitar seguros e garantir práticas seguras.
Panorama global dos parques de ondas em 2025 🌊
Em 2025, os parques de ondas artificiais continuaram a conquistar espaço no mundo do surf e do turismo. O ano foi movimentado, com 33 instalações operacionais no planeta e mais de uma dúzia em construção. As tecnologias de geração de ondas, como Wavegarden, Endless Surf, Surf Loch e Citywave, dominaram esse cenário em expansão.
O surf saiu da praia e foi parar em desertos, metrópoles e regiões frias, como forma de lazer, turismo e até investimento imobiliário. O mercado global de turismo de aventura, que inclui os surf parks, deve saltar de US$ 413 bilhões para mais de US$ 1,3 trilhão até 2032 🤯. A visibilidade nas redes sociais e a presença do surf nas Olimpíadas têm trazido iniciantes e famílias para o esporte como nunca antes.
No Brasil, os destaques vão para:
- Praia do Terras, com uma enorme lagoa Endless Surf (ES66) próxima a São Paulo, capaz de ondas de até 40 segundos.
- A instalação indoor do SurfCenter, com ondas aquecidas 🌡️.
- O luxuoso Beyond The Club, vizinho do São Paulo Surf Club, oferece 25 tipos de ondas, hotel 5 estrelas, clube, skatepark do Bob Burnquist e até uma adega 🍷.
Lá fora:
- DSRT Surf, na Califórnia, vai comportar 1.200 surfistas por dia e abrir no verão de 2026.
- O Surfers Cove, em Portugal, será o primeiro Wavegarden "sideless" 🆕 na Europa.
- A SURFLAND, na China, é a primeira PerfectSwell do país, com skatepark, hotel, e duas fases de expansão planejadas.
Falando de segurança, o setor ganhou em 2025 a padronização ASTM F3556-25, um marco que ajuda com seguros, aprovação de projetos e operação segura 🛡️. Isso marca uma transição definitiva: os parques de surf deixam de ser experimentais e se consolidam como parte do lazer urbano e turístico.
Eventos competitivos também bombaram! O Red Bull Pool Clash na Alemanha levou mais de 3 mil pessoas e as ligas dos parques URBNSURF mostraram o potencial social dessas instalações. Shows de comédia, noites temáticas e eventos inclusivos se tornaram parte da rotina dos parques — muito além do surf 🎉
O relatório da WavePoolMag mostrou que o custo médio global por sessão é de US$ 129, com extremos entre US$ 20 e US$ 950. Promoções de fim de ano e descontos sazonais ajudam a manter os parques cheios nos meses de baixa.
O ano de 2025 mostrou que o surf não pertence mais só ao mar. Se tudo continuar nesse ritmo, 2026 promete ser ainda maior, com mais inaugurações, inovação tecnológica e expansão das culturas do surf urbano pelo mundo 🌍🏄♂️.
Ondas que não param
Depois de mergulhar nos principais destaques do universo das piscinas de ondas em 2025, fico impressionado com a maturidade e o alcance global que o setor conquistou. Foram avanços tecnológicos, expansão estrutural e iniciativas culturais que consolidam de vez os surf parks como centros pulsantes de inovação e entretenimento. Seja na Califórnia, em Portugal, na China ou no Brasil, é evidente que o surf artificial encontrou seu ritmo.
Gostei especialmente de ver como a diversidade de aplicações — de resorts luxuosos a clubes urbanos e iniciativas comunitárias — mostra a versatilidade e o impacto positivo desse novo cenário no estilo de vida das pessoas. Ver o surf combinando acessibilidade, investimento sólido e paixão pelas ondas é algo que me faz acreditar ainda mais no futuro híbrido do surfe. Se 2025 foi vibrante, 2026 promete ser épico.
Aloha 🌊🤙🏄